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Músicos célebres

Beethoven

Compositor alemão de ascendência flamenga, Ludwig van Beethoven nasceu em Bona, a 15/16 de Julho de 1770. Teve como primeiro professor Neefe, que era segundo mestre de capela na sua cidade natal. Já em Viena, Áustria, a partir de 1792, estudou composição com Haydn, que o não compreendeu, e com Schenk, música dramática e de canto com Salieri e contraponto com Albrechtsberger.
Nunca desempenhou um cargo, vivendo, por vezes, com dificuldades, do produto das suas composições e de mesadas que lhe estabeleciam fidalgos e príncipes, que o tratavam com o respeito devido ao seu génio, embora ele não ocultasse as suas convicções democráticas e grande simpatia pelos princípios da Revolução Francesa.
É costume designar Beethoven como o maior dos músicos e, na verdade, como grandeza e profundeza de concepção ainda não foi igualado. A flutuação do estilo, nascida da Escola de Mannheim, prosseguida por Haydn e, principalmente, por Mozart, encontra nele a mais alta expressão: o sentimento feito forma, a estrutura a surgir do conteúdo emotivo da obra musical, em vez de imposta por quadros exteriores.
As suas obras, que se dividem, geralmente, em três períodos (o da imitação, o do aparecimento da personalidade e o da plena maturidade), são: piano 32 sonatas, 27 bagatelas, variações, minuetes, valsas, diversas danças, fantasias, polacas, "Último pensamento"; a quatro mãos: sonatas, variações, marchas, fugas. Piano e outros instrumentos 10 sonatas e 12 temas variados para violino e piano, 5 sonatas e variações, trios, 3 quartetos, sonata para trompa, quarteto para sopro e piano, 5 concertos para piano e orquestra, fantasia para piano, orquestra e coros. Instrumentos de corda trios, 17 quartetos, 3 quintetos. Diversas composições para sopro e outras combinações. Prelúdios para órgão. Orquestra 9 sinfonias, a "Batalha de Vitória", duas aberturas, "Bailado de Prometeu", música de cena para o "Egmont", "Leonore Prohaska", "Ruínas de Atenas", "Konig Stephan" e numerosas danças. Música vocal inúmeros cânones, melodias com piano, coros, cantatas, a oratória "Cristo no Monte Olivete", as missas em dó e em ré e a ópera "Fidelio".
Compôs algumas das suas mais belas obras completamente surdo, pois a surdez, gradualmente, a partir dos 27 anos, martirizou o e fê lo sofrer física e psicologicamente.
Na cidade de Viena, a 26 de Março de 1827, desapareceu do número dos vivos.

José Fernandes da Silva

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